Depois de recordar este famoso hit dos britânicos Supertramp, pus-me a pensar na palavra vida e nos vários contextos em que é usada. Os puros lusitanos, embriagados com a sua triste sina, cantam sempre ao ritmo de um fado desgarrado "é a vida!". Serve esta expressão melancólica para terminar eloquentemente a mais corriqueira das conversas do seu quotidiano. Outros há, no entanto, que preferem não usar esta peculiar expressão como remate de uma conformada frustração e não se resignam a um “destino” traiçoeiro. Estes usam a expressão como início de uma nova esperança que se renova a cada frase que constroem na sua alegre retórica. Uma destas pessoas chama-se Madre Teresa de Calcutá. Com a sua simplicidade, ela deixou-nos o testemunho de como podemos usar a expressão “é a vida” em benefício da nossa felicidade. Deliciem-se:
A vida é uma oportunidade, aproveita-a.
A vida é beleza, admira-a.
A vida é beatificação, saboreia.
A vida é sonho, torna-o realidade.
A vida é um desafio, enfrenta-o.
A vida é um dever, cumpre-o.
A vida é um jogo, joga-o.
A vida é preciosa, cuida-a.
A vida é riqueza, conserva-a.
A vida é amor, goza-a.
A vida é um mistério, desvela-o.
A vida é promessa, cumpre-a.
A vida é tristeza, supera-a.
A vida é um hino, canta-o.
A vida é um combate, aceita-o.
A vida é tragédia, domina-a.
A vida é aventura, afronta-a.
A vida é felicidade, merece-a.
A vida é a VIDA, defende-a.
Madre Teresa de Calcutá
Um "TUM" especial para a NET Tia que com a sua contagiante boa disposição nos oferece uma lição de vida. Lembram-se da receita do 1º Post? Pois é, ela é a cozinheira chefe que nunca utiliza ingredientes como "vai-se andando" ou "mais ou menos" porque sempre que alguém lhe pergunta se está tudo bem com a vida ela responde prontamente "SEMPRE". Uma grande Joca do sobrinho neto.